2014, que ano intenso. O ano que mais me fez questionar a
humanidade e isso inclui a mim. Quando nos tornamos tão egoístas? Quando foi que nos esquecemos daquele velho
ditado "não faça com os outros o que não quer que façam com você"? Até qual
ponto devemos mostrar força e independência? Até quando devemos ter a atitude "faço
o que quero" ? Até quando um amigo a mais em redes sociais vai significar mais
do que um amigo verdadeiro? Até quando vamos apontar a dor do outro como menor? A outra pessoa como
menor? Eu faria isso por você, mas afinal você faria por mim? Devemos esperar
dos outros valores que nos foram dados? Devemos questionar quem afinal, o outro ou
nós mesmos? Quando é qualidade batemos no peito de orgulho. Quando é
defeito projetamos no outro. O outro tem defeitos como todos nós, mas o
defeito do outro é sempre maior, o pedido do outro sempre é mais desprezível que
o nosso (por mais que sejam pedidos iguais). "Vá trabalhar para ocupar sua
mente" "Você pensa demais porque tem tempo demais para pensar". Foram várias das questões que atormentaram a minha
mente. Nossa mente
não para, nunca. E cabe a nós nesse ano que virá evoluirmos individualmente,
independente da opinião do outro.
Nenhum comentário:
Postar um comentário